quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

B.


Ao meu grande amor: parabéns!

 

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O desmame

Ainda não foi desta!
A G. tem 21 meses e adora a maminha. Apesar de eu também gostar muito de amamentar o facto de ela não dormir uma noite completa deixa-me muito cansada. Há noites (muitas) em que ela mama quase o tempo todo. Acabo por ficar com dores posturais e acordo muito cansada.
Assim acabei por me convencer que o melhor seria o desmame. Seguindo algumas sugestões coloquei alho no mamilo mas, apesar dela estranhar o sabor, isso não foi suficiente. Com o aloé vera a mesma coisa. Nada a impediu de mamar.
Depois de muito investigar li por aí que é possível fazer o desmame nocturno. Não sei se irei conseguir mas vou tentar. Era o ideal.
A verdade é que não me encontro preparada para nada mais radical. Ainda não...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

De volta

As últimas semanas do ano não foram nada pacificas. A primeira semana de 2013 também não. Embora não tenha acontecido nada de muito grave a verdade é que me sinto esgotada. Foi muito trabalho e muito desgaste psicológico. Desde pessoas que me desiludiram, e que eu não contava, até ao desaparecimento do meu cão, aconteceu de tudo.
O cão voltou, a lágrimas da minha menina desapareceram, mas todas as situações que me feriram deixaram marca. Sinto-me triste e sei que ainda não acabou. 
Espero que o ano que está a começar seja bem melhor do que a amostra destes primeiros dias. 
Prevejo um ano de mudanças. A começar pela minha pequenina. Para já está agendado o desmame. Se não me faltar a coragem será este fim de semana. Mais para a frente a entrada na creche. São duas situações que me assustam pois sei que ela vai sofrer. E sofrer pelos filhos é tão difícil...
Preciso de coragem, de paz e que acima de tudo continue a reinar o amor lá em casa. Assim havemos de conseguir.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Elas

As meninas estão umas pestes. A mais nova descobriu que o mundo é todo dela e não pode ser contrariada. Abre portas de armários e espalha farinha, arroz, cereais, bolachas e tudo o que encontrar. De preferência que seja difícil de limpar. Sobe nas cadeiras e entorna copos, derruba objectos partindo-os sem se preocupar. Abre torneiras e espalha papel higiénico fazendo ouvidos moucos aos nossos avisos.
A mais velha refila, amua e só pensa em brincar. Não está tão aplicada na escola como era costume e já se perde a olhar para o espelho. Adora ver-se a dançar quase tanto como gosta de ver tv. Demora imenso a fazer as suas tarefas (porque entretanto lembra-se de mais um passo de dança), e só de despacha depois de me ouvir gritar.
Contudo são as minhas pestinhas preferidas. Adoram-se e juntas são o que de mais precioso nós temos. E apesar de malandras fazem as nossas vidas muito mais ricas.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vida

Ainda que seja uma publicidade não consigo deixar de me emocionar.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

As cambalhotas da vida

Acabo de passar por uma rotunda onde se deu um acidente grave. Nem paro. A confusão já está grande com muitos carros parados para ver. Um homem jaz no chão. Alguém se aproxima com o telemóvel na mão. Certamente pede auxílio. E num segundo tudo muda para aquela pessoa. Quando se levantou nunca imaginou o que lhe estava reservado para este dia....
É assim a vida. Embora tentemos não pensar muito nisso a verdade é que nada está garantido. Num segundo toda a nossa vida pode mudar. E quase sempre para pior.
É por isso que não vale a pena guardar rancores nem maus sentimentos.
O melhor é mesmo tentar viver em pleno e gozar todos os momentos bons, pois não sabemos quando vão acabar...  

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Voltar a respirar...

só mesmo em Janeiro. Até lá ando atarefada a trabalhar dentro e fora de casa. A cuidar da minha mais velha, da minha bebé, que doente fica ainda mais agarrada a mim, e a cuidar de uma bebé de 84 anos que este mês está lá em casa. Com a cabeça a mil acabo por ficar rabugenta e quem leva por tabela é sempre o mesmo. Valha-me a sua santa paciência. Nem eu me aturo. Que chegue bem rápido o 2013. E que eu sobreviva até lá.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Desilusão

É dos sentimentos que mais magoa. É para mim bem pior do que a raiva que nos faz explodir mas que também leva à libertação. Depois disso até se pode perdoar. Com a desilusão não chega a haver perdão. Porque não sei se há culpa. Será apenas a constatação daquilo que se evitou ver?
Para mim é como um murro no estômago. Deixa-me sem ar. Encolhida. Desanimada. Acabará por passar, e como não sou de guardar rancores, espero mesmo que acabe por esquecer....

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Natal

 
Este ano não serei onde fazer a árvore de Natal. Normalmente faço no hal de entrada árvore e presépio. Contudo com um bebé tão pequeno em casa, que mexe e remexe em tudo, não tenho coragem de fazer presépio. Sei que ela não resistira e iria andar em cima dele. As peças não sobreviriam até ao final das festas...
Quanto à árvore não sei. Gostava de a deixar no local habitual mas a G. não irá tirar as fitas e as luzinhas?
Com ou sem árvore espero que seja um Natal com muita paz. Junto dos meus. O que pode ser melhor?

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Desmame

Com quase 20 meses a G. está completamente dependente da mama. Se até agora sempre me senti bem com isso, e apenas as noites mal dormidas eram um problema, agora sinto que deixou de ser um momento agradável. O facto de passar a noite agarrada à mama está a causar-me cada vez mais dores. Os intervalos entre mamadas nocturnas são cada vez mais pequenos chegando a estar horas no peito. Não aguento mais. Mas também não consigo convencer-me a desmama-la. Sei que vai ser muito difícil e tenho receio de não conseguir. Apesar disso sei que assim que começar não devo vacilar. Para o seu próprio bem. Mas como fazer? Qual a forma mais fácil para ela de desmamar? E conseguirei ouvi-la chorar e pedir a mama e não lha dar?
Esta noite foi mais uma vez complicada e estou de rastos. Sinto que não aguento mais e isso deixa-me num estado de nervos que não é bom para ninguém, inclusive para ela. Tenho de tomar uma decisão e só me apetece dormir. O meu objectivo era aguentar até aos 2 anos mas receio não conseguir. Serei mesmo capaz de lhe tirar a mama? Nem eu sei...