quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vida

Ainda que seja uma publicidade não consigo deixar de me emocionar.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

As cambalhotas da vida

Acabo de passar por uma rotunda onde se deu um acidente grave. Nem paro. A confusão já está grande com muitos carros parados para ver. Um homem jaz no chão. Alguém se aproxima com o telemóvel na mão. Certamente pede auxílio. E num segundo tudo muda para aquela pessoa. Quando se levantou nunca imaginou o que lhe estava reservado para este dia....
É assim a vida. Embora tentemos não pensar muito nisso a verdade é que nada está garantido. Num segundo toda a nossa vida pode mudar. E quase sempre para pior.
É por isso que não vale a pena guardar rancores nem maus sentimentos.
O melhor é mesmo tentar viver em pleno e gozar todos os momentos bons, pois não sabemos quando vão acabar...  

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Voltar a respirar...

só mesmo em Janeiro. Até lá ando atarefada a trabalhar dentro e fora de casa. A cuidar da minha mais velha, da minha bebé, que doente fica ainda mais agarrada a mim, e a cuidar de uma bebé de 84 anos que este mês está lá em casa. Com a cabeça a mil acabo por ficar rabugenta e quem leva por tabela é sempre o mesmo. Valha-me a sua santa paciência. Nem eu me aturo. Que chegue bem rápido o 2013. E que eu sobreviva até lá.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Desilusão

É dos sentimentos que mais magoa. É para mim bem pior do que a raiva que nos faz explodir mas que também leva à libertação. Depois disso até se pode perdoar. Com a desilusão não chega a haver perdão. Porque não sei se há culpa. Será apenas a constatação daquilo que se evitou ver?
Para mim é como um murro no estômago. Deixa-me sem ar. Encolhida. Desanimada. Acabará por passar, e como não sou de guardar rancores, espero mesmo que acabe por esquecer....

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Natal

 
Este ano não serei onde fazer a árvore de Natal. Normalmente faço no hal de entrada árvore e presépio. Contudo com um bebé tão pequeno em casa, que mexe e remexe em tudo, não tenho coragem de fazer presépio. Sei que ela não resistira e iria andar em cima dele. As peças não sobreviriam até ao final das festas...
Quanto à árvore não sei. Gostava de a deixar no local habitual mas a G. não irá tirar as fitas e as luzinhas?
Com ou sem árvore espero que seja um Natal com muita paz. Junto dos meus. O que pode ser melhor?

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Desmame

Com quase 20 meses a G. está completamente dependente da mama. Se até agora sempre me senti bem com isso, e apenas as noites mal dormidas eram um problema, agora sinto que deixou de ser um momento agradável. O facto de passar a noite agarrada à mama está a causar-me cada vez mais dores. Os intervalos entre mamadas nocturnas são cada vez mais pequenos chegando a estar horas no peito. Não aguento mais. Mas também não consigo convencer-me a desmama-la. Sei que vai ser muito difícil e tenho receio de não conseguir. Apesar disso sei que assim que começar não devo vacilar. Para o seu próprio bem. Mas como fazer? Qual a forma mais fácil para ela de desmamar? E conseguirei ouvi-la chorar e pedir a mama e não lha dar?
Esta noite foi mais uma vez complicada e estou de rastos. Sinto que não aguento mais e isso deixa-me num estado de nervos que não é bom para ninguém, inclusive para ela. Tenho de tomar uma decisão e só me apetece dormir. O meu objectivo era aguentar até aos 2 anos mas receio não conseguir. Serei mesmo capaz de lhe tirar a mama? Nem eu sei...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pré-adolecência

A minha B. sempre foi uma criança dócil. Com alguma conversa era relativamente fácil levá-la a fazer o que estava correcto e contornar as birras.
Agora está, progressivamente, a mudar. Ainda é meiga e educada, mas a rebeldia já vai começando a surgir. À medida que o seu corpo muda, e como tem mudado neste último ano, as suas reacções vão-se tornando mais intempestivas. Ainda tem muito de menina, e até de bebé, mas por vezes tem conversas mais adultas, com tiradas que nos deixam a pensar que está a surgir uma nova pessoa por debaixo daquela menina.
Ontem contava-me que a sua colega R., uma das mais próximas lá da escola, quando fala com a mãe ao telemóvel é sempre com "má cara", ou "cara de seca", para usar as suas palavras. Que nunca manda beijinho e diz que em casa também nunca lhe dá. Será certamente a tentar mostrar-se adulta mas tenho cá um medo desse contágio.
Por agora ainda há cá por casa muitos beijos e abraços. Mas enquanto penso nisso noto que já não diz que nos adora com tanta frequência...  Esta é uma fase que me enche de receios. Tenho tanto medo de não saber reagir adequadamente e com isso afastá-la de nós...
Eles crescem e os receios crescem também. Felizmente o amor não pára nunca de crescer.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

E qual é o resultado mais visível de muitas noites mal dormidas?

Esquecer-me da consulta da Gabriela. Só me lembrei quando a enfermeira me ligou a remarcar...
Não sei se é o 1º molar a nascer que a tem incomodado mas têm sido noites ainda piores que o habitual.
19 meses e dorme pior do que quando nasceu. Vida de mãe não é nada fácil, não!

Leituras de Outubro



Uma carta Inesperada de Barbara Taylor Bradford
 
 
Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho
 
A Arca de Victoria Hislop

terça-feira, 16 de outubro de 2012

E qual foi a primeira frase dela?

E não se atrevam a dizer que não é uma frase!

- Mamã tá li!

E aponta para mim com aquele mão pequenininha. E eu derreto-me....