quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Desmame

Com quase 20 meses a G. está completamente dependente da mama. Se até agora sempre me senti bem com isso, e apenas as noites mal dormidas eram um problema, agora sinto que deixou de ser um momento agradável. O facto de passar a noite agarrada à mama está a causar-me cada vez mais dores. Os intervalos entre mamadas nocturnas são cada vez mais pequenos chegando a estar horas no peito. Não aguento mais. Mas também não consigo convencer-me a desmama-la. Sei que vai ser muito difícil e tenho receio de não conseguir. Apesar disso sei que assim que começar não devo vacilar. Para o seu próprio bem. Mas como fazer? Qual a forma mais fácil para ela de desmamar? E conseguirei ouvi-la chorar e pedir a mama e não lha dar?
Esta noite foi mais uma vez complicada e estou de rastos. Sinto que não aguento mais e isso deixa-me num estado de nervos que não é bom para ninguém, inclusive para ela. Tenho de tomar uma decisão e só me apetece dormir. O meu objectivo era aguentar até aos 2 anos mas receio não conseguir. Serei mesmo capaz de lhe tirar a mama? Nem eu sei...

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pré-adolecência

A minha B. sempre foi uma criança dócil. Com alguma conversa era relativamente fácil levá-la a fazer o que estava correcto e contornar as birras.
Agora está, progressivamente, a mudar. Ainda é meiga e educada, mas a rebeldia já vai começando a surgir. À medida que o seu corpo muda, e como tem mudado neste último ano, as suas reacções vão-se tornando mais intempestivas. Ainda tem muito de menina, e até de bebé, mas por vezes tem conversas mais adultas, com tiradas que nos deixam a pensar que está a surgir uma nova pessoa por debaixo daquela menina.
Ontem contava-me que a sua colega R., uma das mais próximas lá da escola, quando fala com a mãe ao telemóvel é sempre com "má cara", ou "cara de seca", para usar as suas palavras. Que nunca manda beijinho e diz que em casa também nunca lhe dá. Será certamente a tentar mostrar-se adulta mas tenho cá um medo desse contágio.
Por agora ainda há cá por casa muitos beijos e abraços. Mas enquanto penso nisso noto que já não diz que nos adora com tanta frequência...  Esta é uma fase que me enche de receios. Tenho tanto medo de não saber reagir adequadamente e com isso afastá-la de nós...
Eles crescem e os receios crescem também. Felizmente o amor não pára nunca de crescer.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

E qual é o resultado mais visível de muitas noites mal dormidas?

Esquecer-me da consulta da Gabriela. Só me lembrei quando a enfermeira me ligou a remarcar...
Não sei se é o 1º molar a nascer que a tem incomodado mas têm sido noites ainda piores que o habitual.
19 meses e dorme pior do que quando nasceu. Vida de mãe não é nada fácil, não!

Leituras de Outubro



Uma carta Inesperada de Barbara Taylor Bradford
 
 
Marquesa de Alorna de Maria João Lopo de Carvalho
 
A Arca de Victoria Hislop

terça-feira, 16 de outubro de 2012

E qual foi a primeira frase dela?

E não se atrevam a dizer que não é uma frase!

- Mamã tá li!

E aponta para mim com aquele mão pequenininha. E eu derreto-me....

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Mamã!

A G. tem 18 meses. Até à poucos dias ela não dizia mamã. Se quando começou a falar ainda disse algumas vezes na verdade nunca fiquei convencida que o dissesse com sentido. Embora lhe pedíssemos para ela repetir, tal como o fizemos com outras palavras (entre elas papá), ela simplesmente não dizia. Na verdade ela só fala quando quer e nunca quando lhe pedimos. Contudo com o tempo começou a dizer papá. E se lhe pedissemos mamã ela dizia papá. No inicio penso que sem intenção, mas a partir de algum momento fazia-o a rir. Como se fosse no gozo. E eu, que passo a noite a acordar para dar a mamã à menina, que não faço uma refeição em paz porque ela só quer o meu colo, ia ficando cada vez mais frustrada. Quando precisava de mim ou queria a minha atenção choramingava e pronto lá estava eu sem ser preciso um nome. Se lhe pergutássemos onde estava a mamã ela apontava bem. Mas quando lhe mostrávamos uma foto nossa éramos todos papá. Até os primos que ela adora eram: papá.
Até à poucos dias ela só sabia nomear o papá, a Bia e o cão. O resto era tudo papá. A avó, a tia, todos...
Mas agora, de repente, aprendeu a dizer mamã. E diz tão bem. É claro que se pedirmos para dizer ela ainda nos contraria e diz papá. Mas quando me quer ela finalmente diz mamã.
E não há como a sua vozinha a dizer mamã. Lindo!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Em busca do violino certo

À medida que a criança cresce vai sendo necessário mudar de violino.
Neste momento a B. tem que trocar de violino e passar para o tamanho 3/4. Ainda não é o tamanho de adulto o que significa que ainda terá que mudar novamente (daqui a algum tempo/anos?).
A questão está em saber qual comprar. O que ela tem é dos mais simples e baratos. Na opinião da professora é difícil de afinar e devemos apostar num instrumento melhor. Mas os valores são mesmo muito diferentes. Consoante o fornecedor que escutamos assim variam os preços. E nós, completamente leigos nesta questão, andamos sem saber bem o que fazer. Investir num bom violino, sem saber se ela irá continuar a tocar no próximo ano, ou optar por um mais em conta, mas que não é tão bom, e que pode prejudicar a sua prestação?

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Todos diferentes, todos iguais

No Sábado estivemos num casamento. Na nossa mesa estava o Vasco. Tem a idade da G. mas não podia ser mais diferente.
Enquanto ela fazia uma birra e acabava por não comer quase nada, ele pedia por mais comida. O que ele come num dia dá para a alimentar quase uma semana.
Enquanto ele se distraía a brincar sossegado na cadeira, ela tentava a todo o custo sair da mesma. Atirava com os brinquedos e pedia colo o tempo todo.
Enquanto ele demorou cerca de 10 minutos para adormecer, ela levou quase uma hora.
Enquanto ele dava alguns passos à volta dos pais, ela correu o salão todo, explorou o jardim e ainda tentou ir para a rua.
Semelhanças? Só no gosto pela mama e no sorriso lindo que ambos têm.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Mas o Verão ainda agora começou!

Esta mudança repentina do tempo apanhou-me desprevenida.
Não tenho sapatos para a minha G. Sábado temos um casamento e não faço ideia do que lhe vestir. A roupa planeada é demasiado fina mas a de Inverno ainda é quente. As collants da Primavera já não lhe servem e os sapatos também não. E nas lojas o que encontro ainda me parece muito quente. 
É que já é terça e eu não sei o que lhe vestir! E o que eu detesto deixar tudo para a última hora.
Volta sol! Só mais uns dias, vá lá!