quinta-feira, 3 de maio de 2012

Qualidade/Defeito



A mamã Petra, que é uma querida, ofereceu-me este selinho. Diz que tenho de indicar 2 caracteristicas minhas. Não sou muito boa a avaliar-me mas lá vai:

Qualidade:  Capacidade de ouvir os outros. Tento criar empatia com os seus problemas e ajudar, se isso for possível.
Defeito: Sou muito refilona e tenho noção que isso por vezes me prejudica. Mas é mais forte do que eu e quando dou conta já falei demais....

Fica o desafio para quem quiser responder.

Sol,

volta! Estás perdoado!
Até porque a B. vai ter viagem de estudo amanhã e a chuva só vai complicar tudo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

A minha mais velha

está a ficar crescida. Ontem foi ao cinema com as amigas. Sozinhas (Claro que as levei até à porta e lá estava para as ir buscar quando o filme acabou). Foram ver o Lorax. Diz que é giro. Que saudades de ir ao cinema...

Bruxa

O primeiro exame que deveria fazer uma candidata a mãe (biológica porque as outras penso que já fazem) era um teste de sanidade mental. Pelo bem das crianças e pelo seu próprio bem. Poderiam assim evitar o nó no peito que sinto neste momento. É que há pessoas que deviam estar sozinhas, longe, muito longe, para não fazerem mal a ninguém. Porque ser mãe não é só cuidar fisicamente. E algumas pessoas não sabem disso...

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Tentação do dia I



Estou tentada a comprar mas será que ainda vai ser útil? É indicado a partir dos 9 meses e ela já tem 12....

quinta-feira, 19 de abril de 2012

12 meses e tal

- Já falas muito, mas nada inteligível.  Chamaste a Bia 2 ou 3 vezes e foi o suficiente. Dizes mamama ou ma quando me queres chamar, mas papá não dizes. A tua palavra preferida é má. E é dita com essa intenção. Também dizes olá. Muito bem.
- Gatinhas a toda a velocidade e já fazes corridas de 4 com a mana. Ela é que nunca te deixa ganhar... Sobes as escadas mas ainda não descobristes como desce-las.
- Gostas de carrinhos e de andar com eles no chão. As bonecas só servem para dar água e fazer ah! no final. Já sabes para que serve o telemóvel, os comandos da televisão e a escova do cabelo. E tentas usa-los.
- Não gostas do parque, nem aguentas muito tempo na cadeira da pápa. Gostas muito de colo mas na rua só queres andar no chão.
- Já apontas para o pai, a mãe e a mana. Hoje a tia ensinou-te a apontares para ti. Daí deduzo que já sabes o teu nome. Também sabes onde estão as galinhas. Adoras o Alvin e ele já te reconhece.  
- Adoras fugir para junto do fogão de lenha (vale-me o facto de ele não aquecer quase nada por fora) mas já sabes que está quente e tens cuidado.
- Continuas a adorar a maminha e não a trocas por nada. Comes bem a tua sopa mas a fruta nem sempre. Gostas de iogurtes e de pápa. Também comes da nossa refeição.
- Não gostas de chapéus, fitas ou ganchos, mas o cabelo ainda é muito pequenino para isso.
- Ainda só tens dois dentinhos mas andas sempre com as mãos na boca. Será que está para vir mais algum?
- Estás linda, muito linda. E refilona. Uma refilona linda.
                                                                                                            

terça-feira, 17 de abril de 2012

Ainda a propósito da amamentação,

e porque a minha posição é muito clara, volto ao assunto.
O aleitamento materno é algo muito natural. A sua prevalência foi variando ao longo dos tempos e à medida que a sociedade se desenvolvia a amamentação foi diminuindo. Foram vários os factores que contribuíram para isso, chegando a ser considerado mais "normal", prático, oferecer o biberon do que amamentar. Nas últimas décadas, contudo, começou a dar-se o movimento contrário. Algumas entidades começaram a tentar entender a razão disto acontecer e colocaram em prática medidas de incentivo ao aleitamento materno.
O prospecto que está no post anterior é visto desta forma. Como forma de convencer as pessoas, principalmente as mães, de que nada é melhor para os seus bebés que o leite materno.
Mas isto não deveria ser necessário. Todos deveriam conseguir ver essas vantagens.
Contudo não sou fundamentalista. Entendo que há casos que não correm bem e podem ser diferentes. Em que a solução pode passar pelo leite artificial. Mas também sei que se mais ajuda houver (principalmente dos profissionais de saúde) mais fácil será ter sucesso com a amamentação. 
Amamentar não é só alimentar. Amamentar é, para mim, um acto de amor.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Será mesmo necessária esta publicidade?

Cristal fino também parte (private joke)

Nós escolhemos os amigos, o marido, dependendo mais ou menos daquilo com que nos identificamos. A família não a escolhemos. Podemos gostar mais das caracteristicas de uns do que de outros, podemos ser mais próximos de uns do que de outros, mas temos a obrigação de nos tentarmos dar bem. Até podemos não ser muito amigos, mas, a bem das relações familiares, devemos evitar os confrontos. Esta é a minha maneira de ver as coisas. É muito triste ver famílias em que pais não falam com filhos ou irmãos que não se dão. E aqueles que vêm de fora deviam ser mais humildes e tentar encontrar o seu lugar. As amizades e os afectos não se ganham de um dia para o outro. O respeito sim. Deve estar sempre presente. De parte a parte. Detesto vidrinhos que só servem para envenenar o ambiente. Que ficam à espera de colo e paparicos. E quando não acontece: amuam. Ou quebram. Isso só mostra o seu carácter...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O lento morrer da Páscoa

Este ano, pela primeira vez, os meus sogros não fizeram o habitual almoço de Domingo de Páscoa. Sendo uma família grande é difícil reunir todos, mas a tradição era estarem todos juntos neste dia. Contudo à medida que os anos foram passando a minha sogra foi tendo mais dificuldade em fazer tudo. Na verdade alguns de nós iam mais cedo para ajudar, mas no fundo o trabalho maior era sempre dela. Este ultimo ano, tanto ela como o meu sogro, envelheceram muito e as doenças, embora não muito graves, têm vindo a incapacitá-los cada vez mais.
Ainda passámos por lá à tarde, e estivemos com parte da família mais próxima, mas a verdade é que não é a mesma coisa. É o acabar das tradições e o aproximar do fim de um ciclo. É sempre complicado, principalmente para eles.