terça-feira, 16 de junho de 2009
Filhos criados
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Não sei se rio
Ontem ao final da tarde a Bia chamou um amiguinho, que é nosso vizinho, para vir brincar no nosso jardim. O D. é da idade da Bia e conhecem-se desde pequenos. Embora não frequentem a mesma escola estão muitas vezes juntos, pois temos amigos e familiares em comum. Ontem a brincadeira acabou cedo porque ele não soube aceitar um não.
Com apenas 8 anos a minha filhota já começa a despedaçar corações. Ele, com apenas 8 anos, não aceitou que ela já tenha o coração ocupado. Ele pediu-lhe namoro, ela disse que não.
O que lamento mais que tudo é que a amizade entre eles tenha acabado. É que a maneira como eu via o D. se tenha alterado. É que a maldade tenha lugar na mente de crianças tão pequenas. Estou a exagerar? Talvez, mas o sentimento de protecção em relação à minha filha é maior que tudo o resto.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Eu
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Constatações de última hora
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Sonhos gramaticais
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Histórias ao deitar

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Da minha janela

Sabes que gosto de te ver? Gosto de estar na janela e olhar-te. E ver a maneira como brincas sem saberes que estás a ser observada. O baloiço novo faz as tuas delicias. Parece que voas e deve ser isso que sentes, não é?
terça-feira, 12 de maio de 2009
As cinco coisas de que gosto

- Gosto, adoro, amo o meu marido e a minha filha. São a minha riqueza e o meu porto seguro. A eles volto depois de um dia de trabalho para me dar. É deles que tiro as forças quando me sinto fraquejar. São o melhor de mim e o melhor da minha vida.
- Gosto muito da minha família. E como tenho uma família grande sinto-me sempre rodeada de pessoas que também gostam de mim.
- Gosto muito da minha casa. Construída como nós idealizamos, num local que me diz muito e onde eu sinto o amor sempre no ar. Pode ser fantasia minha mas sinto-me mesmo em paz na minha casa. É como se ali o mal não conseguisse entrar.
- Gosto muito de ler. Neste momento leio três livros: A Vontade de Regresso da Ana C. - quase, quase a acabar de ler. O Regresso de Victoria Hislop - ainda agora comecei mas parece-me muito interessante. O Equador de Miguel Sousa Tavares - porque a série de televisão me despertou novamente para este livro. Apesar de o ter lido uma vez a vontade de o reler foi mais forte.
- Gosto muito de manhãs de domingo na cama com os meus amores. De caricias e declarações de amor da minha menina. De me sentir mimada. De me sentir mais eu e gostar disso. Gosto dos dias em que gosto de mim.
Agora o desafio fica feito a quem passa por aqui. E assim, aos poucos, ficamos a conhecer-nos cada vez melhor.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Telemóveis – um mal/bem necessário
O telemóvel surgiu para facilitar o contacto entre as pessoas. Pelo menos é assim que o vejo. Poucos, ou nenhuns, de nós conseguem andar no dia-a-dia sem telemóvel. Quando por acaso isso acontece sentimo-nos vulneráveis, indefesos, pois a certeza de estarmos sempre contactáveis dá-nos algum tipo de segurança. No entanto tem-se vindo a assistir a uma dependência cada vez maior deste tipo de aparelho. Se no início ter telemóvel era um luxo, a partir de um dado momento, e em virtude da descida de preços que estes sofreram, estranho é não se ter telemóvel. Mesmo as pessoas mais velhas, que por norma eram mais avessas a este tipo de tecnologias, não passam agora sem eles. O normal não é ter telemóvel, mas sim, ter vários telemóveis, vários números, de várias redes. Chegamos ao ponto de haver quem esteja constantemente ao telemóvel. A falar, a mandar sms, toques, a jogar, a tirar fotos, e milhentas outras coisas que ainda não conheço. Não conseguem ter uma conversa mais de 5 minutos sem recorrerem ao dito. Não conseguem fazer uma refeição sem pegarem no aparelho. O cúmulo da situação é passarem a ceia de Natal a mandar mensagens e toques. É estarem no almoço de Páscoa em casa dos avós, numa mesa com grande parte da família e passarem o tempo todo agarrados ao telemóvel. O grave disto é que não falo de jovens a quem se deve chamar á atenção, mas sim de adultos, pessoas com formação e que deveriam conhecer as regras de boa educação. Porque é disto que se trata. Boa educação. Deixamos que um simples aparelho mude a forma como nos relacionamos com os outros. 


