terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Um fim-de-semana, 2 festas
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Neve

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Parabéns Princesa
Foi com este mimo que te acordei hoje meu amor.
Já tens 8 anos e ainda és para mim o meu bebé. Ainda te levei ao colo á casa de banho, te ajudei a vestir e ainda me soube tão bem. Serás sempre a pessoa mais importante da minha vida, porque fazes parte do meu ser.
Já tens 8 anos, mas para mim nasceste hoje. O bebé mais lindo que já vi. Que me faz ver a vida de outra forma, mais rica.
Já tens 8 anos e ainda continuas a ser uma criança muito, muito meiga. Não só para mim mas para aqueles que mais gostas. És traquina, mas divertida e continuas a surpreender-me pois entendes os problemas mais difíceis como uma senhorita, embora desesperes com os mais simples.
Já tens 8 anos, e eu amo-te cada vez mais. A cada dia que passa sinto que cresces como minha companheira. Porque já partilhamos muito neste nosso dia-a-dia.
E apesar de em diversas ocasiões dizeres que ainda querias ser bebé, eu gosto mesmo é de te ver crescer, assim segura de ti, e com a certeza de que és feliz junto da mãe e do pai.
Parabéns para ti meu amor e parabéns para nós por te termos aqui connosco.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Dias importantes

terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Há Festa no Castelo!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Natal e Ano Novo

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
E para lá das desilusões a vida continua.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Quase 9 semanas!
Soube tão bem
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Um blog / um livro para ler e chorar...
Choque de emoções
“para Francisco,” de Cristiana Guerra (Arx, 190 pág.)
A publicitária mineira Cristiana Guerra é uma jovem de cabelos curtos, com o corpo delgado coberto de tatuagens, dotada de uma virtude aperfeiçoada pela profissão - a de escrever com aquela graça, leveza e espirituosidade que fazem tudo parecer um pouco melhor. Mas não é isso que faz de “para Franscico,” um dos melhores livros publicados este ano no Brasil, senão o melhor. A leveza do seu pequeno diário é apenas o ingrediente necessário para ficarmos entre as lágrimas e o sorriso, jogo de emoções que nos confunde e se confunde com os extremos a que nos leva a vida.Cristiana viveu extremos da alegria e da tristeza ao mesmo tempo, que lhe deixaram uma marca pelo resto de sua vida. Em julho de 2007, quando estava grávida de oito meses, seu namorado Guilherme morreu subitamente. Num fatal sincronismo do destino, ela cultivou o luto da perda e a felicidade de ser mãe pela primeira vez. Nem o mais frívolo leitor, aquele que é capaz de passar para trás uma velhinha na fila ou tirar o picolé de uma criança, ficaria indiferente.Desde então, Cristiana resolveu escrever um blog, no qual dirige cartas ao pequeno Francisco, nascido órfão, a pretexto de contar quem era seu pai. Cristiana escreve primeiro para ela mesma, para lidar com as emoções e, como diz, para “não esquecer”. Narra pensamentos e as pequenas coisas do dia a dia, que ganham nova dimensão com a influência simultânea da tragédia da morte e do milagre da vida.O blog “para Francisco,” (http://www.parafrancisco.blogspot.com) ganhou muitos leitores virtuais em todo o país, comovidos com a sinceridade, a coragem da autoexposição e a fantasia lírica de uma jovem mãe que, sob o impacto da tragédia, escreve para um filho que ainda não pode entendê-la. Transformado em livro, “para Francisco,” é uma compilação concisa e forte dessa correspondência imaginária. Traz à luz uma dupla história de amor: a primeira pelo amor perdido, a outra pelo filho recém nascido, que, como ela diz, “fez do fim um começo”. É um documento refinado e pungente dos mais puros sentimentos humanos e um apelo contra o tempo. Em suas cartas ao filho inocente, Cristiana coloca-se na alma aflita do escritor: “pressa em falar para Francisco de seu pai, sobre o mundo e sobre mim mesma (só por garantia)”. Feita de sensibilidade nos mínimos detalhes, sua correspondência transmite a sensação de que podemos fazer da vida algo melhor, mesmo quando enfrentamos o pior. Com a necessidade de dividir seus sentimentos, Cristiana não ajuda apenas a si mesma ou ao filho, que poderá aprender com sua história, conhecer o pai pelos diários da mãe e aprender a lidar com sua perda precoce. Levada por força do destino a aprender rápido, ela chega à única receita eficaz para lidar com o sofrimento. Descobre que a única coisa que nos consola diante das grandes perdas é cuidar daqueles que estão vivos.Dirigido a uma criança de colo, ou à sua própria autora, “para Francisco,” é também uma obra que ajuda todos nós.


